JLG abre canal de vídeos de treinamento com mais de 150 conteúdos
A JLG University estreia canal no YouTube com playlists de operação, acessórios, serviço e manutenção; conteúdo gratuito, por enquanto em inglês.
JLG abre canal de vídeos de treinamento com mais de 150 conteúdos
A JLG anunciou o lançamento do canal oficial da JLG University no YouTube, apresentado como a vitrine em vídeo do JLG Training Center. A proposta é aproximar operadores, técnicos e supervisores do conteúdo educativo da fabricante sem depender de sala de aula.
O acervo estreia com mais de 150 vídeos organizados em playlists temáticas. Segundo o comunicado da empresa, as trilhas cobrem recursos para instrutores, vídeos por tipo de equipamento, acessórios, serviço e manutenção e soluções conectadas.
“Agora a resposta está no seu telefone, no canteiro, no momento em que você precisa”— Luca Riga, gerente sênior de marketing de campo para as Américas da JLG
A fabricante posiciona o material como complemento aos manuais de operação e segurança e ao treinamento formal já oferecido pela marca e por seus parceiros de canal. O objetivo declarado é reforçar conceitos e demonstrar boas práticas de uso.
Parte dos vídeos novos foi produzida a partir de retorno de clientes e instrutores, com foco em dúvidas recorrentes de campo. A biblioteca também reúne conteúdo de treinamento já consolidado da fabricante.
Há uma limitação assumida pela própria empresa: por enquanto, os vídeos são produzidos em inglês. A JLG argumenta que o formato visual e demonstrativo facilita o acompanhamento de boa parte dos temas mesmo por quem não domina o idioma.
O canal se conecta ao ecossistema da JLG University, plataforma de gestão de aprendizagem da fabricante. Nela é possível comprar cursos, acessar treinamentos on-line e presenciais, atribuir conteúdos e acompanhar a conclusão por membro da equipe.
Segundo Luca Riga, gerente sênior de marketing de campo para as Américas da JLG, treinamento é um dos pedidos mais frequentes dos parceiros na América Latina. Ele associa a confiança do operador e do técnico ao ganho de segurança e produtividade na operação.
Para o gestor brasileiro, o movimento amplia o material de apoio disponível sem custo, mas não substitui as obrigações formais previstas na legislação de trabalho em altura. A qualificação documentada segue sendo responsabilidade do empregador.